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sábado, 13 de julho de 2013

Pastores são espancados por gays nos EUA

Dois pregadores cristãos foram agredidos em evento do Orgulho Gay, em Seattle, no estado de Washington, na costa oeste dos Estados Unidos (EUA), no domingo (30). Eles foram para as ruas hasteando cartazes com os seguintes dizeres: “arrependa-se, ou então” [tradução do inglês: repent or else] e “Jesus salva do pecado” [tradução do inglês: Jesus saves from sin]. A multidão teria ficado revoltada quando um dos pregadores disse: “arrependa-se ou vá para o inferno”. Dois participantes deram socos e pontapés nos dois ativistas contra a homossexualidade. A violência foi registrada em um vídeo, que serve agora como prova do caso. Os agressores devem responder por agressão e contravenção. Um dos suspeitos, Jason Queree, 36 anos, que aparece na gravação dando golpes no pregador de rua na parte de trás da cabeça, enquanto ele está no chão, já foi preso 29 vezes desde 1995. Um dos pregadores, Ruben Israel, que é membro do grupo Bible Believers, afirma que é comum esse tipo de ataque. Ele lembra que manifestantes gays já tentaram incendiar uma Bíblia em Chicago e que, em outro caso, no estado americano do Novo México (NM), até a polícia foi atacada ao defender os pregadores. Ele disse que mais ataques físicos, como o de Settle, devem acontecer. “Nós não somos inimigos [...] Isso não tem nada a ver com ódio e sim com compartilhar o Evangelho”, completa o cristão. Ruben Israel reflete: “[A comunidade LGBT] acredita que eles têm a lei por trás deles. Se você não concordar com eles, você está errado. [...] Eles nos [evangélicos] atacam na presença da polícia e eles nos atacam na frente de uma câmera de vídeo”, conc
Dois pregadores cristãos foram agredidos em evento do Orgulho Gay, em Seattle, no estado de Washington, na costa oeste dos Estados Unidos (EUA), no domingo (30). Eles foram para as ruas hasteando cartazes com os seguintes dizeres: “arrependa-se, ou então” [tradução do inglês: repent or else] e “Jesus salva do pecado” [tradução do inglês: Jesus saves from sin]. A multidão teria ficado revoltada quando um dos pregadores disse: “arrependa-se ou vá para o inferno”.

Dois participantes deram socos e pontapés nos dois ativistas contra a homossexualidade. A violência foi registrada em um vídeo, que serve agora como prova do caso. Os agressores devem responder por agressão e contravenção.

Um dos suspeitos, Jason Queree, 36 anos, que aparece na gravação dando golpes no pregador de rua na parte de trás da cabeça, enquanto ele está no chão, já foi preso 29 vezes desde 1995.

Um dos pregadores, Ruben Israel, que é membro do grupo Bible Believers, afirma que é comum esse tipo de ataque. Ele lembra que manifestantes gays já tentaram incendiar uma Bíblia em Chicago e que, em outro caso, no estado americano do Novo México (NM), até a polícia foi atacada ao defender os pregadores. Ele disse que mais ataques físicos, como o de Settle, devem acontecer.

“Nós não somos inimigos [...] Isso não tem nada a ver com ódio e sim com compartilhar o Evangelho”, completa o cristão.

Ruben Israel reflete: “[A comunidade LGBT] acredita que eles têm a lei por trás deles. Se você não concordar com eles, você está errado. [...] Eles nos [evangélicos] atacam na presença da polícia e eles nos atacam na frente de uma câmera de vídeo”, conclui.



Dois pregadores cristãos foram agredidos em evento do Orgulho Gay, em Seattle, no estado de Washington, na costa oeste dos Estados Unidos (EUA), no domingo (30). Eles foram para as ruas hasteando cartazes com os seguintes dizeres: “arrependa-se, ou então” [tradução do inglês: repent or else] e “Jesus salva do pecado” [tradução do inglês: Jesus saves from sin]. A multidão teria ficado revoltada quando um dos pregadores disse: “arrependa-se ou vá para o inferno”. Dois participantes deram socos e pontapés nos dois ativistas contra a homossexualidade. A violência foi registrada em um vídeo, que serve agora como prova do caso. Os agressores devem responder por agressão e contravenção. Um dos suspeitos, Jason Queree, 36 anos, que aparece na gravação dando golpes no pregador de rua na parte de trás da cabeça, enquanto ele está no chão, já foi preso 29 vezes desde 1995. Um dos pregadores, Ruben Israel, que é membro do grupo Bible Believers, afirma que é comum esse tipo de ataque. Ele lembra que manifestantes gays já tentaram incendiar uma Bíblia em Chicago e que, em outro caso, no estado americano do Novo México (NM), até a polícia foi atacada ao defender os pregadores. Ele disse que mais ataques físicos, como o de Settle, devem acontecer. “Nós não somos inimigos [...] Isso não tem nada a ver com ódio e sim com compartilhar o Evangelho”, completa o cristão. Ruben Israel reflete: “[A comunidade LGBT] acredita que eles têm a lei por trás deles. Se você não concordar com eles, você está errado. [...] Eles nos [evangélicos] atacam na presença da polícia e eles nos atacam na frente de uma câmera de vídeo”, conclui.
Dois pregadores cristãos foram agredidos em evento do Orgulho Gay, em Seattle, no estado de Washington, na costa oeste dos Estados Unidos (EUA), no domingo (30). Eles foram para as ruas hasteando cartazes com os seguintes dizeres: “arrependa-se, ou então” [tradução do inglês: repent or else] e “Jesus salva do pecado” [tradução do inglês: Jesus saves from sin]. A multidão teria ficado revoltada quando um dos pregadores disse: “arrependa-se ou vá para o inferno”. Dois participantes deram socos e pontapés nos dois ativistas contra a homossexualidade. A violência foi registrada em um vídeo, que serve agora como prova do caso. Os agressores devem responder por agressão e contravenção. Um dos suspeitos, Jason Queree, 36 anos, que aparece na gravação dando golpes no pregador de rua na parte de trás da cabeça, enquanto ele está no chão, já foi preso 29 vezes desde 1995. Um dos pregadores, Ruben Israel, que é membro do grupo Bible Believers, afirma que é comum esse tipo de ataque. Ele lembra que manifestantes gays já tentaram incendiar uma Bíblia em Chicago e que, em outro caso, no estado americano do Novo México (NM), até a polícia foi atacada ao defender os pregadores. Ele disse que mais ataques físicos, como o de Settle, devem acontecer. “Nós não somos inimigos [...] Isso não tem nada a ver com ódio e sim com compartilhar o Evangelho”, completa o cristão. Ruben Israel reflete: “[A comunidade LGBT] acredita que eles têm a lei por trás deles. Se você não concordar com eles, você está errado. [...] Eles nos [evangélicos] atacam na presença da polícia e eles nos atacam na frente de uma câmera de vídeo”, conclui.
Dois pregadores cristãos foram agredidos em evento do Orgulho Gay, em Seattle, no estado de Washington, na costa oeste dos Estados Unidos (EUA), no domingo (30). Eles foram para as ruas hasteando cartazes com os seguintes dizeres: “arrependa-se, ou então” [tradução do inglês: repent or else] e “Jesus salva do pecado” [tradução do inglês: Jesus saves from sin]. A multidão teria ficado revoltada quando um dos pregadores disse: “arrependa-se ou vá para o inferno”. Dois participantes deram socos e pontapés nos dois ativistas contra a homossexualidade. A violência foi registrada em um vídeo, que serve agora como prova do caso. Os agressores devem responder por agressão e contravenção. Um dos suspeitos, Jason Queree, 36 anos, que aparece na gravação dando golpes no pregador de rua na parte de trás da cabeça, enquanto ele está no chão, já foi preso 29 vezes desde 1995. Um dos pregadores, Ruben Israel, que é membro do grupo Bible Believers, afirma que é comum esse tipo de ataque. Ele lembra que manifestantes gays já tentaram incendiar uma Bíblia em Chicago e que, em outro caso, no estado americano do Novo México (NM), até a polícia foi atacada ao defender os pregadores. Ele disse que mais ataques físicos, como o de Settle, devem acontecer. “Nós não somos inimigos [...] Isso não tem nada a ver com ódio e sim com compartilhar o Evangelho”, completa o cristão. Ruben Israel reflete: “[A comunidade LGBT] acredita que eles têm a lei por trás deles. Se você não concordar com eles, você está errado. [...] Eles nos [evangélicos] atacam na presença da polícia e eles nos atacam na frente de uma câmera de vídeo”, conclui.
Dois pregadores cristãos foram agredidos em evento do Orgulho Gay, em Seattle, no estado de Washington, na costa oeste dos Estados Unidos (EUA), no domingo (30). Eles foram para as ruas hasteando cartazes com os seguintes dizeres: “arrependa-se, ou então” [tradução do inglês: repent or else] e “Jesus salva do pecado” [tradução do inglês: Jesus saves from sin]. A multidão teria ficado revoltada quando um dos pregadores disse: “arrependa-se ou vá para o inferno”. Dois participantes deram socos e pontapés nos dois ativistas contra a homossexualidade. A violência foi registrada em um vídeo, que serve agora como prova do caso. Os agressores devem responder por agressão e contravenção. Um dos suspeitos, Jason Queree, 36 anos, que aparece na gravação dando golpes no pregador de rua na parte de trás da cabeça, enquanto ele está no chão, já foi preso 29 vezes desde 1995. Um dos pregadores, Ruben Israel, que é membro do grupo Bible Believers, afirma que é comum esse tipo de ataque. Ele lembra que manifestantes gays já tentaram incendiar uma Bíblia em Chicago e que, em outro caso, no estado americano do Novo México (NM), até a polícia foi atacada ao defender os pregadores. Ele disse que mais ataques físicos, como o de Settle, devem acontecer. “Nós não somos inimigos [...] Isso não tem nada a ver com ódio e sim com compartilhar o Evangelho”, completa o cristão. Ruben Israel reflete: “[A comunidade LGBT] acredita que eles têm a lei por trás deles. Se você não concordar com eles, você está errado. [...] Eles nos [evangélicos] atacam na presença da polícia e eles nos atacam na frente de uma câmera de vídeo”, conclui.
Dois pregadores cristãos foram agredidos em evento do Orgulho Gay, em Seattle, no estado de Washington, na costa oeste dos Estados Unidos (EUA), no domingo (30). Eles foram para as ruas hasteando cartazes com os seguintes dizeres: “arrependa-se, ou então” [tradução do inglês: repent or else] e “Jesus salva do pecado” [tradução do inglês: Jesus saves from sin]. A multidão teria ficado revoltada quando um dos pregadores disse: “arrependa-se ou vá para o inferno”. Dois participantes deram socos e pontapés nos dois ativistas contra a homossexualidade. A violência foi registrada em um vídeo, que serve agora como prova do caso. Os agressores devem responder por agressão e contravenção. Um dos suspeitos, Jason Queree, 36 anos, que aparece na gravação dando golpes no pregador de rua na parte de trás da cabeça, enquanto ele está no chão, já foi preso 29 vezes desde 1995. Um dos pregadores, Ruben Israel, que é membro do grupo Bible Believers, afirma que é comum esse tipo de ataque. Ele lembra que manifestantes gays já tentaram incendiar uma Bíblia em Chicago e que, em outro caso, no estado americano do Novo México (NM), até a polícia foi atacada ao defender os pregadores. Ele disse que mais ataques físicos, como o de Settle, devem acontecer. “Nós não somos inimigos [...] Isso não tem nada a ver com ódio e sim com compartilhar o Evangelho”, completa o cristão. Ruben Israel reflete: “[A comunidade LGBT] acredita que eles têm a lei por trás deles. Se você não concordar com eles, você está errado. [...] Eles nos [evangélicos] atacam na presença da polícia e eles nos atacam na frente de uma câmera de vídeo”, conclui.

Fonte: Blog Orgulho Hétero

Uma questão de Opinião
Quem crer em Cristo conforme o evangélio, crer que Jesus disse: "Ide e pregai o evangelho à toda criatura".  Mc 16: 15. E isso implica que precisamos dizer para as outras pessoas no que cremos. Precisamos dizer que cremos que Deus não tolera o pecado e que morreu para salvar o pecador, libertando-o do seu pecado. Para nossa fé, existe duas opções para se fazer depois da morte: ir para o céu ou para o inferno. E o local para onde iremos depende de nossa vida na terra. Se aceitamos o sacrificio de Jesus e abandonarmos as práticas pecaminosas, estaremos salvos. Caso o contrário, estaremos condenados. Tudo isso porque cremos que o salário do pecado é a morte. Se Jesus já morreu por nós, não temos mais culpa perante Deus, podendo ter nossa aliança restaurada com Ele.

Isso era o que os pregadores estavam tentando dizer para aquelas pessoas. Expressar sua fé e opinião, que são baseadas em sua crença. Talvez discorde da forma com que fizeram, mas eles não estavam buscando confusão ou briga com ninguém. E ainda assim foram agredidos. E isso sim é intolerância. Pessoas que não toleram opiniões contrárias.

Nos acusam de intolerância, mas será que somos nós que somos os intolerantes? Querem criar leis para criminalizar nossa opiniao e nos impedir de expressá-la. Não concordo com isso, assim como não concordaria se fosse o contrário, se estivessem querendo forçar as pessoas atravéz de lei a agir de outra forma. Existe o livre arbítrio e os direitos humanos. Cada um faz a escolha que quiser, mas deve ter em vista as consequências. Só o que esses pregadores queriam era dizer isso. E eles foram espancados. E cadê a mídia para mostrar isso? Existe sim uma parcialidade nessa história por parte da mídia que não mostra o outro lado da história.

Vemos manifestantes gays em eventos evangélicos, com suas bandeiras e expressando livremente sua opinião sem serem agredidos. Isso prova que os intolerantes não somos nós. Sabemos sim conviver com opiniões contrárias, respeitando quem não segue a nossa fé. Só queremos ter o direito de expressá-la... uma questão de opinião.

Por Deborah Nascimento

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